O som é doce, de tom lilás, vem do silêncio através da janela angular.
Quando não há correria nas ruas, tampouco nas calçadas.
As lâmpadas todas acesas, só restam pegadas de pessoas que passaram.
Sempre passam e nunca olham para o céu.
Eu.
Assim como tudo e mais ainda sobre tons de pálpebras, nada sei, nada quero dizer em especial, não sei se faço poesia ou falácia, só sei, eu, que despejo tudo nessas palavras, sem restrições de tempo, hora e momento. Há em mim alguém o qual desconheço, esse deve ser um tanto poeta de gaveta, um tanto filósofo de esquina. Ah! e de calçadas também. Entrego-me ao meu avesso!
Saturday, April 04, 2009
Wednesday, March 18, 2009
Sunday, March 08, 2009
Anarco
«Quem é - o autor de toda essa interminável procissão de torturas que tem sido a história da raça humana - quem é responsável por estes banhos de sangue, sempre com a mesma crueldade, sem descanso nem misericórdia?
Governos, religiões, indústrias, campos de trabalho forçado, todos eles estão encharcados de sangue.»
(Octave Mirbeau, Ravachol)
Governos, religiões, indústrias, campos de trabalho forçado, todos eles estão encharcados de sangue.»
(Octave Mirbeau, Ravachol)
Monday, March 02, 2009
Olhares
Ela ouviria pouco de mim...
Sou mais e mais sonho, imutável é a essência que me faz/fez assim.
Palavras concretizam-se através dos olhos.
Eu.
Sou mais e mais sonho, imutável é a essência que me faz/fez assim.
Palavras concretizam-se através dos olhos.
Eu.
Wednesday, February 25, 2009
Im (pulso)
De impulso derradeiro capta olhares das nuvens.
Após tantas tormentas a manhã perfeita nos arrasta por dentre o sonho realizado.
Eu.
Após tantas tormentas a manhã perfeita nos arrasta por dentre o sonho realizado.
Eu.
Sunday, January 18, 2009
Wednesday, January 07, 2009
Friday, December 19, 2008
Wednesday, December 10, 2008
Thursday, December 04, 2008
Oblíquo
Observa-la continuamente, da janela, na sala, aquele olhar "oblíquo".
A avenida fica iluminada após às 20:00 horas, é assim todos os dias, as cores do céu nunca são as mesmas, como as visões retilíneas das pálpebras dela.
Eu.
A avenida fica iluminada após às 20:00 horas, é assim todos os dias, as cores do céu nunca são as mesmas, como as visões retilíneas das pálpebras dela.
Eu.
Tuesday, November 25, 2008
Kiss
O Beijo
Os lábios se tocam.
As almas se testam.
Os sonhos afloram.
O momento não tem...
Suspiros nos restam.
Sou como um ébrio jardim em felicidade a espera de flores perenes.
Eu.
Os lábios se tocam.
As almas se testam.
Os sonhos afloram.
O momento não tem...
Suspiros nos restam.
Sou como um ébrio jardim em felicidade a espera de flores perenes.
Eu.
Monday, November 10, 2008
Sunday, October 26, 2008
Toca-me
Toca-me de leve.
Sem medo, depois, como fazem os pássaros que voam de árvores imensas, volta em revoada e leva-me contigo.
Leva-me e não traz de volta.
Eu.
Sem medo, depois, como fazem os pássaros que voam de árvores imensas, volta em revoada e leva-me contigo.
Leva-me e não traz de volta.
Eu.
Wednesday, October 08, 2008
Anacrônico
Apenas escrevo sentimentalidades as quais não passam por mim sem antes serem "denunciadas" em papel branco.
Adoro a subjetividade sentimental, o apreço por detalhes cotidianos, amenidades."
Sou um Vitoriano anacrônico .
"Anacronismo" esse que me deixa forte, por saber que a poesia liberta"
Eu.
Adoro a subjetividade sentimental, o apreço por detalhes cotidianos, amenidades."
Sou um Vitoriano anacrônico .
"Anacronismo" esse que me deixa forte, por saber que a poesia liberta"
Eu.
Saturday, October 04, 2008
"Poetar"
Questiona-me o que mais imponente tenho em mim?
Por vezes o mais forte e áspero que tenho em mim é a "demência" e devaneio.
Desses Poetas de esquina que sentam-se no meio fio e diluem suas sentimentalidades à despeito de tudo, da dor, amor, morte, medo, felicidade, as cores do céu, da noite, da raiva, desse paradoxo que é viver, sentir...
Eu.
Por vezes o mais forte e áspero que tenho em mim é a "demência" e devaneio.
Desses Poetas de esquina que sentam-se no meio fio e diluem suas sentimentalidades à despeito de tudo, da dor, amor, morte, medo, felicidade, as cores do céu, da noite, da raiva, desse paradoxo que é viver, sentir...
Eu.
Tuesday, September 30, 2008
"Cedro de vidro"
Ontem eu a vi.
Foi ao lado do Ipê amarelo, debaixo da sombra de um Cedro de vidro, por dentre as árvores frondosas de Primavera.
Andavamos após às 6 da tarde, folhas secas com recados na agenda lilás.
Acordei.
Era sonho.
Eu.
Foi ao lado do Ipê amarelo, debaixo da sombra de um Cedro de vidro, por dentre as árvores frondosas de Primavera.
Andavamos após às 6 da tarde, folhas secas com recados na agenda lilás.
Acordei.
Era sonho.
Eu.
Sunday, September 21, 2008
"Verdade"
Quanto se mente é o único momento onde chega-se mais próximo da "verdade", pois, ela é subjetiva e não existe de maneira concreta.
O que há são meras interpretações.
Apenas Contínua Diluição de satélites.
Eu.
O que há são meras interpretações.
Apenas Contínua Diluição de satélites.
Eu.
Sunday, September 14, 2008
Dimensão
Contínua Diluição de satélites, amadurecimento de cometas e semeadura de estrelas.
Subjetividade poética.
Eu.
Subjetividade poética.
Eu.
Thursday, September 04, 2008
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